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Tubarão-branco

Carcharodon carcharias

VUVulnerável
Um tubarão-branco adulto nadando perto da superfície do oceano, com o dorso cinza-azulado e o ventre branco bem contrastados.Foto: via iNaturalist, licensed under CC0 1.0., CC0

Medidas

Peso
1.870–1.870 kg
Expectativa de vida
≤ 50 anos
Classificação
Filo
Chordata
Classe
Elasmobranchii
Ordem
Lamniformes
Família
Lamnidae
Gênero
Carcharodon
Espécie
Carcharodon carcharias

O tubarão-branco carrega no corpo um órgão surpreendente: seu fígado gigantesco, que pode representar mais de um quarto do peso total do animal, funciona simultaneamente como reservatório de energia e como flutuador natural, permitindo que ele permaneça suspenso na água sem esforço.

Pertencente à ordem Lamniformes e à família Lamnidae, é um peixe cartilaginoso (classe Elasmobranchii) que habita águas costeiras e oceânicas de quase todos os continentes, das regiões tropicais até mares temperados e frios. A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) classifica a espécie como Vulnerável, resultado de décadas de captura acidental e caça direcionada.

Poucos animais marinhos combinam tamanho, força e sofisticação sensorial como esse predador: cerca de 300 dentes triangulares serrilhados, sempre em renovação, e um conjunto de sentidos capazes de detectar uma única gota de sangue dissolvida em uma piscina de água. Compreender sua biologia real, muito além da fama de monstro dos filmes, é essencial para garantir sua sobrevivência nos oceanos.

Identificação e Aparência

A combinação de dorso cinza-azulado ou cinza-acastanhado com o ventre branco é o traço mais confiável para reconhecer o tubarão-branco: essa coloração contrastante, chamada de contra-sombreamento, funciona como camuflagem quando visto de baixo, contra a claridade da superfície, ou de cima, contra a escuridão das profundezas. O corpo é robusto e em forma de torpedo, com um focinho curto e cônico, fendas branquiais longas que não contornam totalmente a cabeça, uma grande barbatana dorsal triangular alinhada em parte com as peitorais e uma segunda dorsal minúscula. A barbatana caudal tem dois lobos de tamanho semelhante com uma quilha central, e a anal é reduzida. Manchas negras na face inferior das peitorais completam o padrão, e há evidências de que a espécie pode alterar sua pigmentação ao longo de meses, acrescentando melanina a áreas antes claras.

É um dos maiores peixes vivos, superado apenas pelo tubarão-baleia e pelo tubarão-frade. As fêmeas atingem a maturidade entre 4,6 e 4,9 m de comprimento e pesam de 1.000 a 1.900 kg, enquanto os machos maturam entre 3,4 e 4,0 m e pesam de 680 a 1.000 kg. Relatos históricos de exemplares acima de 11 m foram desacreditados; o maior espécime medido com confiabilidade tinha 6,02 m e 2.530 kg, segundo um estudo de 2014 no Pacífico noroeste, embora especialistas considerem provável que a espécie ultrapasse os 6 m. O maior exemplar preservado, uma fêmea capturada no Mediterrâneo em 1956, media 5,83 m e pesava cerca de 2.000 kg.

A boca abriga por volta de 300 dentes triangulares organizados em fileiras, como uma esteira que substitui continuamente os dentes frontais por outros que vêm de trás. Em filhotes, os dentes são estreitos e pontiagudos, adequados para peixes; conforme crescem, tornam-se mais largos e serrilhados, refletindo a mudança da dieta para mamíferos marinhos. As mandíbulas se conectam ao crânio apenas por músculos e tendões, permitindo que se projetem para frente durante o ataque; estudos com um juvenil de 2,5 m calcularam uma força de mordida frontal de 1.602 newtons e traseira de 3.131 newtons, com estimativas para um adulto de 6,4 m superando 18.000 newtons na parte posterior.

Os olhos, que parecem totalmente negros, têm na verdade a íris azul e mais cones do que bastonetes, o que sugere visão adaptada ao período diurno; sem pálpebra nictitante, o tubarão-branco gira o globo ocular para proteger a visão durante ataques. Além da visão, ele conta com olfato refinado, audição, eletrorrecepção através das ampolas de Lorenzini e um sistema de linha lateral que detecta vibrações na água — um conjunto sensorial que o distingue de tubarões de corpo semelhante.

Distribuição e Habitat

O tubarão-branco ocorre em praticamente todos os oceanos, de águas tropicais a francamente frias, com populações importantes no noroeste e nordeste do Pacífico, no Atlântico Norte ocidental, no Mediterrâneo, no sul da África e na Oceania. Também é registrado ao longo da costa da América do Sul, embora pareça pouco comum ali.

Vive tanto próximo à costa quanto em mar aberto, normalmente perto da superfície, mas pode mergulhar a até 1.300 m de profundidade, com incursões mais profundas típicas de indivíduos oceânicos. Usa arquipélagos costeiros, recifes e bancos offshore e promontórios, e forma agregações de alimentação conhecidas em locais como as Ilhas Farallon (Califórnia), a Ilha de Guadalupe (México), Cape Cod (Massachusetts), o Western Cape (África do Sul), as Ilhas Neptune (Austrália) e as ilhas Stewart e Chatham (Nova Zelândia). Entre a costa oeste da América do Norte e o Havaí existe ainda uma agregação em pleno oceano batizada de White Shark Café.

A espécie realiza migrações extensas em resposta à disponibilidade de alimento e às mudanças de temperatura, possivelmente também para se reproduzir. Um indivíduo marcado na costa sul-africana nadou até o sul da Austrália e voltou dentro de um ano; outro percorreu 20.000 km entre a África do Sul e o noroeste australiano em menos de nove meses. Uma fêmea subadulta marcada na África do Sul em 2012 chegou a ser rastreada até a Indonésia, onde foi morta em 2016. No Pacífico nordeste, os tubarões se concentram perto da costa durante o outono e o inverno e mais ao largo na primavera e no verão; no Atlântico Norte ocidental, reúnem-se entre o Golfo do Maine e Cape Hatteras na primavera e no verão, deslocando-se para a Flórida e o Golfo do México no outono e inverno, chegando ocasionalmente até os Açores.

Filhotes e juvenis ficam restritos a águas costeiras rasas entre 14 e 24 °C; o aumento de avistamentos de indivíduos jovens em áreas antes atípicas, como a Baía de Monterey, na costa central da Califórnia, sugere que as alterações climáticas estejam empurrando essa fase da população para latitudes mais altas. Registros de observação (dados de ocorrência, não de abundância) mostram contagens mensais crescendo de um mínimo em fevereiro para um pico entre agosto e outubro, o que pode refletir maior presença sazonal da espécie em certas áreas, embora esses números não indiquem tamanho populacional nem território completo.

Mapa dos registros de ocorrência de Carcharodon carcharias
Onde foi registrado · GBIF
2.176
jan.fev.mar.abr.mai.jun.jul.ago.set.out.nov.dez.
Contagens mensais de ocorrências · GBIF

Comportamento e Modo de Vida

Em geral solitário, o tubarão-branco às vezes forma pares ou pequenos grupos com hierarquias de dominância estabelecidas, provavelmente por tamanho corporal. É considerado inteligente e migratório, deslocando-se por áreas muito amplas, e pode estar ativo tanto de dia quanto de noite.

Costuma nadar a velocidades de cruzeiro entre 2,88 e 4,86 km/h, mas é capaz de disparos de até 24,12 km/h; um indivíduo foi registrado migrando de forma sustentada a 4,7 km/h, um ritmo comparável ao de atuns velozes. Na superfície, exibe o comportamento de espiar, erguendo a cabeça para observar o que está acima da água, e o boquejo aéreo repetitivo, em que o animal, de barriga para cima, abre e fecha a boca repetidamente, possivelmente um sinal de frustração após perder uma isca. Seu sono ainda é pouco compreendido; à noite, um indivíduo foi observado nadando lentamente ao longo de uma corrente com a boca aberta.

Estudos discordam sobre o grau de sociabilidade da espécie: pesquisas em Mossel Bay, na África do Sul, descreveram associações aleatórias com poucas interações sociais, enquanto trabalhos nas Ilhas Neptune, na Austrália, encontraram agregações não aleatórias, e observações na Ilha de Guadalupe sugerem que os indivíduos podem se associar para aprender uns com os outros onde encontrar presas ou carcaças. Essas agregações costumam se organizar por idade e sexo — nas Ilhas Neptune, por exemplo, fêmeas subadultas predominam em abril e maio, machos subadultos em fevereiro e setembro, fêmeas adultas em junho e machos adultos em setembro. A espécie pode viver mais de 70 anos, com taxa de sobrevivência anual acima de 70% em juvenis e superior a 90% em adultos.

Orcas são um dos poucos predadores naturais do tubarão-branco e também competem com ele por alimento; na África do Sul, grupos de duas a seis orcas viram os tubarões de barriga para cima, provocando um estado de imobilidade tônica que facilita a extração do fígado, rico em energia. Diante da chegada de orcas, os tubarões costumam abandonar a área, um padrão já documentado na África do Sul e na Califórnia. A espécie também carrega até 116 espécies de parasitas, incluindo copépodes que se fixam na pele e nas brânquias e tênias do gênero Clistobothrium, encontradas quase exclusivamente nela — em um caso extremo, mais de 2.500 exemplares de uma dessas tênias foram recuperados do intestino de um único tubarão.

Comunicação

O olfato é o sentido mais afiado do tubarão-branco, capaz de detectar uma única gota de sangue diluída em 100 litros de água; ele também percebe campos elétricos tão fracos quanto 0,005 microvolt através das ampolas de Lorenzini, o que permite localizar o batimento cardíaco ou o movimento das brânquias de presas escondidas.

Em agregações de alimentação, como ao redor de carcaças de baleia, essa espécie normalmente solitária estabelece hierarquias sociais temporárias baseadas em tamanho corporal, mantidas por uma sutil linguagem corporal: nadar em paralelo, abrir a boca em exibição, abaixar as barbatanas peitorais e até travar disputas de espirros na superfície. O hábito de erguer a cabeça para fora da água, para observar o que ocorre acima, também parece fazer parte desse repertório de sinais visuais.

Já foram descritas ao menos 20 formas distintas de linguagem corporal, a maioria envolvendo dois tubarões que se examinam ritualisticamente nadando em cruzamento, em paralelo ou em círculos; ocasionalmente, um deles exibe lateralmente o corpo para o outro, provavelmente para estabelecer hierarquia por tamanho e evitar confronto direto. Conflitos abertos são raros: a disputa por uma presa costuma ser resolvida com lutas de espirro, em que um tubarão bate a cauda na superfície para espirrar água sobre o rival, que responde do mesmo modo até um deles desistir — nem sempre o maior vence. O mesmo gesto de espirrar já foi usado para intimidar tubarões-tigre perto de carcaças de baleia e até barcos e jaulas de observação, tratados como possíveis concorrentes.

Caça e Dieta

A tática de caça mais comum do tubarão-branco consiste em posicionar-se abaixo da presa e atacar verticalmente, surgindo de baixo para cima em alta velocidade antes de colidir e mordê-la — uma estratégia eficiente contra presas na superfície, como focas, que têm dificuldade em detectá-lo a tempo contra a claridade vinda de cima.

A dieta muda claramente com a idade: filhotes e juvenis se alimentam principalmente de lulas, arraias e tubarões pequenos, enquanto os adultos passam a depender de focas, leões-marinhos, golfinhos e carcaças de baleia — elefantes-marinhos figuram entre as presas mais frequentes. De forma ocasional, também consomem tartarugas marinhas e aves marinhas.

O ataque costuma envolver a colisão do corpo seguida de mordida; a presa geralmente morre por hemorragia, decapitação ou perda de apêndices vitais, como as nadadeiras, resultado da força e do formato serrilhado dos dentes.

Apesar da fama, humanos não são presas habituais: dos ataques registrados contra pessoas, a maioria não é fatal, e estimativas históricas apontam pouco mais de 300 mortes confirmadas atribuídas à espécie em toda a sua distribuição.

Reprodução e Ciclo de Vida

O acasalamento do tubarão-branco segue um sistema poligâmico e promíscuo, mas ainda foi pouco documentado diretamente. Marcas de mordida no dorso, nos flancos e sobretudo nas barbatanas peitorais de fêmeas maduras são interpretadas como resultado da cópula, na qual o macho provavelmente morde a fêmea para se manter fixado. O chamado salto padrão, em que o animal lança dois terços do corpo fora da água e cai de chapa na superfície, pode servir de exibição de corte, embora nenhum ritual de corte tenha sido plenamente descrito. Há indícios de acasalamento tanto em águas rasas perto de Guadalupe e Cape Cod quanto em mar aberto, onde os machos parecem se reunir na primavera à espera de fêmeas, num sistema semelhante a uma arena de escolha pelas fêmeas.

A reprodução é ovovivípara: os ovos fecundados se desenvolvem dentro do corpo da fêmea, e os embriões se alimentam primeiro do saco vitelínico, depois de uma secreção uterina leitosa e, por fim, de óvulos não fecundados produzidos continuamente pela mãe. A gestação dura cerca de 12 meses e resulta em ninhadas de 2 a 10 filhotes, com uma média de sete.

O nascimento ocorre na primavera e no verão, em águas rasas ao redor de ilhas com temperaturas entre 15,7 e 23,1 °C; os filhotes medem entre 1 e 1,6 m ao nascer e não recebem qualquer cuidado parental — nadam para longe imediatamente e já são predadores plenamente capazes desde o primeiro dia, crescendo cerca de 25 cm por ano.

A idade de maturação é motivo de debate entre pesquisadores: um estudo de 1985 apontava maturidade entre 9 e 10 anos, com 3,7 a 4,3 m de comprimento; já uma análise de 2015, baseada em bandas de crescimento nas vértebras, concluiu que os machos maturam apenas por volta dos 26 anos, com cerca de 3,4 m, e as fêmeas perto dos 33 anos, com 4,6 a 4,9 m, com o crescimento desacelerando depois dos 40 anos. A espécie pode viver mais de 70 anos, e cada fêmea provavelmente só volta a reproduzir dois anos após dar à luz.

População e Papel Ecológico

Como predador de topo de cadeia, o tubarão-branco regula diretamente as populações de suas presas preferidas, sobretudo elefantes-marinhos e leões-marinhos, com efeitos que se propagam por toda a cadeia trófica costeira. A espécie também hospeda parasitas específicos, como os copépodes Pandarus sinuatus e Pandarus smithii.

Estudos genéticos indicam que a espécie não se comporta como uma única metapopulação global: populações dos diferentes oceanos formam linhagens distintas, divididas em três grandes ramos — Atlântico Norte, Indo-Pacífico e Pacífico Norte — que se separaram entre 100 mil e 200 mil anos atrás, segundo análises de DNA nuclear, embora um estudo de 2025 situe a divergência há cerca de 7 mil anos, após um declínio populacional global iniciado há 800 mil anos. Barreiras térmicas, como a corrente fria de Benguela, na África do Sul, e as águas quentes equatoriais do Pacífico, parecem manter essas linhagens isoladas.

As estimativas regionais de população variam: na África do Sul, passou de cerca de 1.279 indivíduos entre 1989 e 1993 para 1.953 em 2004, mantendo-se relativamente estável desde a proteção legal de 1991, embora possa estar se deslocando para o leste; no leste da Austrália e na Nova Zelândia, a população é estimada entre 2.500 e 6.750 indivíduos. Em escala global, um estudo de 2025 calculou um mínimo de cerca de 5.800 tubarões-brancos, mas um dos autores sugere que o número real pode se aproximar de 20.000.

Conservação e Ameaças

A IUCN classifica o tubarão-branco como Vulnerável desde 2018, citando um declínio populacional estimado entre 30% e 49% desde aproximadamente 1859; em 2021, a espécie foi descrita como moderadamente esgotada. Sua raridade natural, somada às baixas taxas reprodutivas — poucos filhotes por ninhada e maturação tardia — deixa as populações pouco capazes de se recuperar rapidamente de perdas.

As maiores ameaças são a captura acidental em redes de pesca comercial e o uso de dispositivos de controle de tubarões, como redes e armadilhas, instalados perto de praias na Austrália e na África do Sul; ainda assim, os indivíduos soltos dessas artes mostram alta taxa de sobrevivência. A caça direcionada, embora hoje mais restrita, também contribuiu historicamente para o declínio.

A espécie está listada no Apêndice II da CITES, exigindo permissão para o comércio internacional de espécimes ou partes. Na África do Sul, é protegida desde 1991, com proibição legal de matar ou vender indivíduos; a Junta de Tubarões de KwaZulu-Natal usa redes de proteção de praias, mas evita instalá-las em locais de agregação importantes para a espécie.

Status de conservação

  1. LC
  2. NT
  3. VU
  4. EN
  5. CR

Vulnerável

Significado Cultural

O nome científico da espécie carrega camadas de história: Linnaeus a descreveu originalmente como Canis carcharias, comparando o aspecto irregular de seus dentes ao de um cão, enquanto o naturalista francês Guillaume Rondelet a batizou de Lamia em 1554, em referência ao monstro devorador de crianças da mitologia grega, associando-a ainda ao peixe que teria engolido o profeta Jonas nos textos bíblicos.

Antes da década de 1970, o tubarão-branco era conhecido principalmente por biólogos e pescadores; o documentário Blue Water, White Death (1971) o apresentou ao público, mas foi o romance Jaws, de Peter Benchley (1974), e sua adaptação para o cinema por Steven Spielberg em 1975 que consolidaram sua imagem de devorador de homens implacável, uma caracterização que o próprio Benchley depois lamentou.

Comercialmente, partes do tubarão-branco são comercializadas como barbatanas, mandíbulas, dentes, carne, cartilagem e pele para couro, e o óleo do fígado é usado em medicamentos; a demanda internacional por barbatanas cresceu de forma acentuada a partir da década de 1980. Ao mesmo tempo, a espécie sustenta um turismo de observação significativo, permitindo que visitantes a vejam de dentro de jaulas de aço em regiões como a África do Sul e a Austrália.

Curiosidades

  1. O gênero foi descrito a partir de fósseis: em 1876, um ancestral foi nomeado Carcharodon caifassii, hoje considerado provável sinônimo júnior da espécie atual.
  2. Em 1959, o pescador Alf Dean capturou perto de Port Lincoln, na Austrália, um exemplar de 1.208 kg, ainda tido como o maior peixe já pescado com vara e molinete.
  3. Manter tubarões-brancos em cativeiro é extremamente difícil; o experimento mais bem-sucedido ocorreu no Monterey Bay Aquarium, que exibiu seis indivíduos entre 2004 e 2011 graças a um viveiro de rede de 15 milhões de litros.
  4. Em 1980, uma fêmea batizada de Sandy foi mantida por cinco dias no Steinhart Aquarium antes de ser libertada após bater repetidamente nas paredes do tanque.
  5. O pequeno tubarão-cortador-de-biscoitos já foi registrado mordendo tubarões-brancos perto da Ilha de Guadalupe, embora esse tipo de ataque pareça raro.
  6. A bióloga marinha Sylvia Earle descreveu a espécie como símbolo do poder selvagem do oceano, contrastando sua reputação sombria com uma beleza melancólica.

Ecologia

Habitat

  • Marinha
  • Costeira

Dieta

  • Carnívoro

Comportamento

  • Predador
  • Solitário
  • Migratório

Fotos

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Um tubarão-branco adulto nadando perto da superfície do oceano, com o dorso cinza-azulado e o ventre branco bem contrastados.Foto: via iNaturalist, licensed under CC0 1.0., CC0

FontesGBIFiNaturalistWikidataWikipediaAnimal Diversity WebAnAge